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| Doda Elektroda. QI 156, 4 pontos abaixo do de Albert Einstein. |
Em 1953, o sucesso de Marilyn Monroe em “Os Homens Preferem as Loiras” incomodou tanto que a vingança das morenas veio no mito da loira burra.
Mas o mito trouxe consigo algo maior: A concepção de que beleza e inteligência são incompatíveis.
Não importa se é loira, morena, ruiva ou azul. Se a mulher for indiscutivelmente bonita, a primeira pedra jogada contra ela, mesmo sem abrir a boca, será a da falta de inteligência.
A bela, que além de mulher, ainda caiu no erro de ser bonita, tem que se superar 200 vezes mais que um homem, ou que uma mulher desprovida de beleza (só pra não dizer feia que não fica legal, né?). Porque na primeira escorregada, carregará nas costas o título de burra até o fim dos seus dias. Ou de sua beleza.
Nem todas nascem Brigitte Bardot, e para quem passou reto pela fila da beleza, é difícil aceitar que enquanto gasta dinheiro e tempo para consertar o inconsertável, há quem o único trabalho que teve para ser linda, foi o de nascer.
Então é quase como uma afronta pessoal ter essa verdade esfregada em sua cara diariamente pelas bonitas. É preciso puní-las por isso.
Então é quase como uma afronta pessoal ter essa verdade esfregada em sua cara diariamente pelas bonitas. É preciso puní-las por isso.
E se a mulher além de linda, souber que é linda, a raiva aumenta. Pior do que uma mulher bonita, só uma que sabe que é bonita (E não faz o menor esforço para esconder).
Aí então ela passa do nível “burra” para o “burra, vagabunda e sem conteúdo”. É um up que só é conquistado quando a bonita resolve se aproveitar de sua beleza. Se encaixam nessa categoria, mulheres que fazem algo com a dádiva (ou maldição) que ganharam. Seja para trabalho ou passatempo (Modelos, capas da Playboy, etc). Se usar a beleza a seu favor, não escapará das garras afiadas das feias.
Aí então ela passa do nível “burra” para o “burra, vagabunda e sem conteúdo”. É um up que só é conquistado quando a bonita resolve se aproveitar de sua beleza. Se encaixam nessa categoria, mulheres que fazem algo com a dádiva (ou maldição) que ganharam. Seja para trabalho ou passatempo (Modelos, capas da Playboy, etc). Se usar a beleza a seu favor, não escapará das garras afiadas das feias.
Não estou querendo dizer que a Juju Panicat secretamente é PhD em física quântica ou que a Carla Perez se faz de completa imbecil, mas seu livro de cabeceira é “O Universo numa Casca de Noz”. Mas uma coisa, temos que concordar: Independente de sua inteligência, ou da possível falta dela, elas souberam usar a beleza que possuíam, e a prova disso é que estão ganhando por mês mais dinheiro do que eu e você ganhamos juntos por ano. Como se pode chamar uma pessoa dessas de burra?
Beleza e inteligência não são opostos. A presença de uma, não é o decreto de ausência da outra. Assim como usufruir da própria beleza, não anula a possibilidade da pessoa usar a cabeça para algo além de pentear o cabelo.
Burrice é julgar a capacidade mental de alguém pela sua aparência.
Burrice é julgar a capacidade mental de alguém pela sua aparência.

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